Natal, sexta-feira, 10 de setembro de 2010
ISSN 1678-7889
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O ensaio é um "estudo bem desenvolvido, formal, discursivo e concludente, consistindo em exposição lógica e reflexiva e em argumentação rigorosa com alto nível de interpretação e julgamento pessoal. No ensaio há maior liberdade por parte do autor, no sentido de defender determinada posição sem que tenha que se apoiar no rigoroso e objetivo aparato de documentação empírica e bibliográfica. De fato, o ensaio não dispensa o rigor lógico e a coerência de argumentação e por isso mesmo exige grande informação cultural e muita maturidade intelectual" (SEVERINO, 1976, p.153). "É uma exposição metodológica dos assuntos realizados e das conclusões originais a que se chegou após apurado o exame de um assunto. O ensaio é problematizador, antidogmático e nele deve se sobressair o espírito crítico do autor e a originalidade" (MEDEIROS, 2000, p. 112). Resenhas Trata-se de um parecer crítico de qualquer obra de determinada área de estudo. O autor deve, em no máximo três laudas, descrever o assunto ou temas centrais do livro, dissertação ou tese, bem como as contribuições que traz ao nosso campo. Deverá enviar a obra ou xerox para apreciação da resenha. Não deve descrever a obra por capítulos, mas apontar sua relevância dentro do contexto nacional. Paper Caracteriza-se pela originalidade, ou seja, as reflexões devem ser do autor do paper. Se o seu autor apenas compilou informações sem fazer avaliações ou interpretações sobre elas, o produto do seu trabalho será um relatório e não um paper. Espera-se de que o escreve uma avaliação e/ou interpretação dos fatos ou das informações que foram recolhidas, ou seja, o desenvolvimento sintético de um ponto de vista acerca de um tema, de uma realizada e observada, de um texto, uma tomada de posição definida e a expressão dos conhecimentos de forma original (MEDEIROS, 1997, p. 187). Segundo a ABNT (1989) paper é um pequeno artigo científico, elaborado sobre determinado tema ou resultados de um projeto de pesquisa para comunicações em congressos e reuniões científicas, sujeitos à sua aceitação por julgamento. Os propósitos de um paper são quase sempre os de formar um problema, estudá-lo, adequar hipóteses, cotejar dados, prover uma metodologia própria e, finalmente, concluir ou eventualmente recomendar. Num paper a opinião do autor é velada e tem a aparência imparcial e distante, não deixando transparecer tão claramente as crenças e as preferências do escritor. Segue a mesma seqüência de um trabalho de pesquisa, devendo conter entre 15 a 20 laudas.
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