MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru.
Introdução à administração. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2000, cap. 15, p. 455-486.

CONTROLE E EXECUÇÃO

Autor de inúmeros livros, o professor Antônio César Amaru Maximiano ministra disciplinas nos cursos de Graduação e Pós-graduação da área de Administração Geral do Departamento de Administração da FEA/USP. Atua, ainda, como Coordenador de Projetos na Fundação Instituto de Administração. Concluiu o curso de graduação em Administração em 1974, na FEA, onde dá continuidade aos estudos. Torna-se mestre em 1977. A conclusão do doutorado, em 1983, ocorre com a defesa da tese Atributos do pesquisador industrial.

Conforme o autor relata na introdução do capítulo o controle é utilizado no dia-a-dia das pessoas e das organizações. Este é de suma importância organizacional, devido a incessante busca pela melhor prestação de serviços, redução de custos e alcance de objetivos. O controle é a obtenção e uso de informações para tomada correta de decisões, orientando assim a organização para seus objetivos.

Dependendo das informações recebidas a organização pode tomar decisões de controle, ou seja, se adaptar dependendo da situação, ou, até mesmo, redefinir seus objetivos.

Saber o que se quer controlar é o primeiro passo para um bom processo. Para isto a definição e o conhecimento de padrões permitem que a avaliação seja eficaz e correta.

O processo de controle é, totalmente, dependente do recebimento de informações, estas que são adquiridas de diversas formas, seja pela visualização, dispositivos, relatórios, questionários, etc.

Com base nas informações recebidas, comparação e correção, pode-se ver se, realmente, os objetivos foram alcançados, seguindo seus padrões, e após isto definir novas medidas ou corrigir possíveis problemas.

Uma relação bastante frisada pelo autor é a relação que o controle tem com o planejamento ou vice-versa, para se planejar é necessário um controle eficaz e eficiente.

A eficácia no processo de controle é definida em oito pilares: o foco, a precisão, rapidez, objetividade, economia, aceitação, ênfase na exceção e critérios múltiplos de avaliação de desempenho.

De uma empresa para a outra o formato dos sistemas de controle é variável, este depende dos fatores como tamanho, hierarquia, cultura, grau de centralização e importância da atividade.

Controlar por níveis hierárquicos envolve os três níveis da pirâmide organizacional. Conforme a hierarquia diminui, aumenta-se o nível de controle. Uma maneira simples de se controlar em qualquer nível hierárquico é a utilização de índices, estes mostram de forma clara informações complexas.

Considero de importância no item de combinação de critérios de avaliação o balanced scorecard que é uma ferramenta que se desdobra em quatro dimensões: perspectiva do cliente, interna, de inovação e aprendizagem organizacional e financeira.

As pessoas em si influenciam direta ou indiretamente o processo de controle. Como? Quando se tem que controlar a velocidade em uma rodovia, essa decisão é do motorista, em controlar ou não. O autor deixa uma frase muito importante e rica, "no final das contas tudo depende das pessoas". Ele está correto, as pessoas são influenciadoras da maioria dos resultados do processo de controle.

Comentário:

Abordado de uma forma clara o tema controle, não só é muito interessante com de grande valia para as organizações em geral. Este vem para fornecer informações adequadas e confiantes para a administração tomar ou realinhar decisões. Concordo que todo controle é influenciado pelas pessoas, estas que não só influenciam o processo de controle, mas quase todos os processos sejam de planejamento, controle, execução, etc.

Acadêmico: Sanclair Solon de Medeiros - 200131881